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Saúde e Segurança no Trabalho

Tema 14

Cultura organizacional de prevenção: sustentabilidade, governança (ESG) e segurança do trabalho

Uma aula em 9 telas. Use o Sumário, no topo, para voltar a qualquer trecho quando quiser.

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Antes do relatório, a segunda-feira comum

Um relatório de sustentabilidade pode dizer que uma empresa é comprometida com a segurança de quem trabalha nela. A pergunta que decide se isso é verdade não está no relatório: está no que acontece numa segunda-feira comum, sem auditoria marcada, sem visita de cliente, sem ninguém do setor de comunicação por perto. Um operador percebe que uma proteção está fora do lugar e para a máquina para avisar. O que o supervisor faz nesse instante, e o que a empresa faz com o operador depois, revela mais sobre a cultura de prevenção daquela organização do que qualquer página do relatório anual.

Este tema trata de como reconhecer, em comportamento e em número, o que separa uma organização que pratica prevenção de uma que só fala sobre ela. Trata também de como a segurança do trabalho se conecta às três letras da sigla ESG, que passaram a aparecer nos relatórios de sustentabilidade das empresas na última década, e de quais indicadores efetivamente evidenciam maturidade preventiva, em vez de apenas preencher formulário.

O que você vai aprender

Você vai caracterizar cultura de prevenção pelos comportamentos que a sustentam, relacionar a segurança do trabalho às dimensões ambiental, social e de governança do ESG, e identificar indicadores e práticas que evidenciam maturidade preventiva numa organização real.

Cultura de prevenção: o que se pratica, não o que se declara

Cultura organizacional de prevenção é o padrão de decisões que uma organização toma, de forma sustentada, diante de situações que envolvem risco ao trabalhador, sobretudo quando ninguém de fora está observando e quando essas decisões custam alguma coisa: tempo, produção, dinheiro. Não é um valor escrito num quadro na recepção. É o que sobra depois de tirar o discurso: a soma das escolhas concretas feitas por supervisores, gerentes e trabalhadores em situações reais.

O teste do comportamento

Para reconhecer cultura de prevenção numa organização que você visita, uma pergunta abstrata como "eles valorizam a segurança?" não ajuda muito, porque a resposta de qualquer gestor vai ser sim. As perguntas que ajudam pedem comportamento observável. Quando um trabalhador interrompe uma tarefa por perceber risco, o que acontece com ele depois: é ouvido, ou é cobrado pela produção perdida? Quando um quase acidente é registrado, o relato chega a alguém com autoridade para agir, ou morre numa planilha que ninguém revisa? Quando falta prazo e falta gente, a primeira coisa que se corta é o procedimento de segurança, ou é outra coisa? Quando a produção está atrasada e o supervisor está sob pressão, a decisão dele muda?

Essas perguntas têm uma característica em comum: pedem um evento concreto e uma reação concreta, não uma opinião. É esse tipo de resposta que separa a organização que pratica prevenção da que apenas concorda com ela em teoria.

O que cultura de prevenção não é

Cultura de prevenção não é o mesmo que uma campanha de segurança. Uma semana temática, um cartaz novo no mural ou uma palestra pontual mudam o que se fala por alguns dias; cultura é o padrão que continua igual depois que a campanha termina e ninguém mais está prestando atenção. Também não é o mesmo que treinamento concluído: um certificado registra que alguém assistiu a um conteúdo, não que a organização decide de um jeito diferente quando o risco aparece de verdade. E não é o mesmo que ausência de acidentes: um histórico limpo pode refletir controle real do risco, ou pode refletir apenas que a exposição ainda não encontrou a combinação errada de fatores.

Erro comum. Confundir campanha com cultura.Uma ação de comunicação pode ser parte de uma estratégia de prevenção, mas não a substitui. Cultura é o que a organização faz quando a campanha acabou e ninguém está medindo o efeito dela.

Como a segurança do trabalho se conecta às três dimensões do ESG

ESG é a sigla, em inglês, para Environmental, Social and Governance: ambiental, social e governança. O termo foi formalizado em 2004 num relatório do Pacto Global das Nações Unidas, produzido com um grupo de instituições financeiras, que defendia considerar essas três dimensões na avaliação de uma organização, além do resultado financeiro puro. Hoje a sigla aparece em relatórios de sustentabilidade, em índices de bolsa de valores e em critérios usados por investidores e clientes para decidir com quem fazer negócio.

A segurança do trabalho não entra apenas na dimensão social, como a primeira leitura da sigla poderia sugerir. Ela atravessa as três.

Social: um direito, não um diferencial

A saúde e a segurança de quem trabalha são, historicamente, o núcleo mais concreto da dimensão social do ESG: afetam pessoas diretamente, todos os dias, de um jeito que se mede. Em 2022, a Organização Internacional do Trabalho elevou "um ambiente de trabalho seguro e saudável" à categoria de princípio e direito fundamental no trabalho, movimento já apresentado no tema 1 desta disciplina. O que interessa aqui é o alcance dessa obrigação: ela passou a valer para todo país-membro, tenha ele ratificado convenção específica ou não, e com isso a segurança do trabalho entrou no piso de direitos que qualquer investidor ou auditor social consulta antes de avaliar uma empresa.

Quem relata desempenho de sustentabilidade segundo os padrões do GRI, sigla do Global Reporting Initiative, a referência mais usada nesse tipo de relatório, encontra um padrão temático dedicado inteiramente a isso: o GRI 403, publicado em 2018, que pede à organização informações sobre seu sistema de gestão de saúde e segurança, sobre a investigação de incidentes e sobre indicadores de acidentes e doenças ocupacionais. A existência de um padrão específico, e não de uma menção genérica dentro de outro tema, é o sinal de que o mercado de relatórios de sustentabilidade trata a segurança do trabalhador como item obrigatório do pilar social, não como acréscimo opcional.

Governança: quem presta contas, para quem e com que frequência

Governança, no ESG, trata de como uma organização é dirigida e fiscalizada: quem decide, quem presta contas, com que transparência e segundo quais regras. Se você aplicar essa dimensão à segurança do trabalho, as perguntas que ela levanta são bem concretas. Os indicadores de acidentes e de risco chegam a quem tem autoridade para aprovar investimento, ou param na planilha de um supervisor? Existe algum órgão, dentro da organização, com participação formal dos próprios trabalhadores? A informação que chega para fora da empresa é auditável, ou é só a que a empresa escolhe divulgar?

No Brasil, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio, a CIPA, é justamente um mecanismo de governança dessa natureza: uma estrutura de participação prevista em norma, paritária, com metade dos representantes eleita pelos próprios trabalhadores e metade designada pelo empregador, cuja atuação de fato — reuniões que acontecem, atas que registram problema real, encaminhamentos que se cumprem — é um indicador de governança tão observável quanto qualquer número num relatório. A mesma lógica aparece na exigência, feita pela NR-1, de que o Programa de Gerenciamento de Riscos não seja um documento assinado uma vez e arquivado, mas revisado e efetivamente consultado ao longo do tempo: um PGR que ninguém abre desde a assinatura equivale, para efeito de governança, a não ter PGR.

Desde janeiro de 2023, as companhias abertas registradas na CVM também têm uma obrigação regulatória concreta nessa direção: a Comissão de Valores Mobiliários, pela Resolução CVM n. 59, de 2021, passou a exigir que o formulário de referência dessas companhias, o documento anual em que elas se descrevem ao mercado, traga informações ESG, no modelo "pratique ou explique" — a empresa relata a prática ou justifica formalmente por que não a adota. É um exemplo de governança que sai do discurso porque cria consequência: silenciar sobre um indicador de segurança deixou de ser uma opção neutra para uma companhia aberta.

Ambiental: onde o cuidado com quem trabalha encontra o cuidado com o entorno

A dimensão ambiental e a segurança do trabalho compartilham mais do que costuma parecer, porque muitas vezes a mesma providência técnica protege as duas coisas ao mesmo tempo. Substituir um solvente inflamável e tóxico por um produto menos agressivo reduz a exposição do trabalhador e, no mesmo gesto, reduz o que a empresa lança no ambiente. Um sistema de captação de particulado instalado para proteger quem respira perto da máquina também diminui a emissão que sai para fora da fábrica. Não é coincidência que exista literatura técnica brasileira que trata as duas áreas juntas, como o volume de Barbosa Filho dedicado a segurança do trabalho e gestão ambiental: historicamente, os dois campos evoluíram próximos, porque o mesmo perigo de origem física ou química costuma ter as duas faces.

Essa proximidade também aparece na forma como as normas internacionais de gestão foram desenhadas. A ISO 45001, publicada em 2018 como a primeira norma internacional dedicada a sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional, substituindo a norma britânica OHSAS 18001 num período de transição encerrado em 2021, compartilha a mesma estrutura de alto nível da ISO 14001, a norma de gestão ambiental, e da ISO 9001, de gestão da qualidade. Essa estrutura comum não é detalhe burocrático: ela existe para que uma organização integre, num único sistema, a gestão do risco ao trabalhador e a gestão do risco ao ambiente, em vez de tratá-las como departamentos que não se falam.

Social, governança e ambiental: um cartão por dimensão, e o que a segurança do trabalho tem a ver com cada uma.
Descrição da figura

A segurança do trabalho atravessa as três dimensões do ESG. ESG é a sigla, em inglês, para Environmental, Social and Governance: ambiental, social e governança. A segurança do trabalho não entra apenas na dimensão social, como a primeira leitura da sigla poderia sugerir; ela atravessa as três, e a figura dedica um cartão a cada uma, com um pictograma por dimensão: o escudo, a balança e a folha. Social, um direito e não um diferencial: em 2022 a Organização Internacional do Trabalho elevou um ambiente de trabalho seguro e saudável à categoria de princípio e direito fundamental no trabalho, e o padrão GRI 403, de 2018, é inteiramente dedicado a saúde e segurança. Governança, quem presta contas, para quem e com que frequência: no Brasil a CIPA é um mecanismo de governança dessa natureza, paritária, cuja atuação de fato é um indicador tão observável quanto qualquer número num relatório; e desde 2023 as companhias abertas relatam informações ESG no formulário de referência, no modelo pratique ou explique. Ambiental, onde o cuidado com quem trabalha encontra o cuidado com o entorno: substituir um solvente inflamável e tóxico por um produto menos agressivo reduz a exposição do trabalhador e, no mesmo gesto, reduz o que a empresa lança no ambiente. A faixa fecha: a ISO 45001 compartilha a mesma estrutura de alto nível da ISO 14001 e da ISO 9001, para que uma organização integre, num único sistema, a gestão do risco ao trabalhador e a gestão do risco ao ambiente.

Indicadores e práticas que evidenciam maturidade preventiva

Dizer que uma organização tem cultura madura sem apontar o que se mediu para chegar a essa conclusão é, de novo, discurso. A maturidade preventiva se evidencia por dois tipos de indicador, que respondem a perguntas diferentes, e por uma condição que vale para os dois: o número só evidencia maturidade se alguém com autoridade para agir realmente olha para ele.

Indicadores que olham para trás

Taxas de acidentes, número de afastamentos, dias perdidos e custo com sinistros descrevem dano que já aconteceu. O cálculo das taxas de frequência e de gravidade de acidentes é tratado no tema 8 desta disciplina; aqui, o que importa é a posição desses números na avaliação de maturidade: eles confirmam se o controle funcionou no passado, mas não avisam sobre o risco que está se formando agora. Uma organização que só olha para esse tipo de indicador só descobre que algo estava errado depois que alguém se machucou.

Indicadores que olham para frente

Taxa de relato de quase acidentes, percentual de ações corretivas do PGR concluídas dentro do prazo, frequência de inspeções realizadas em relação às planejadas e resultado de pesquisas de percepção de segurança respondem a uma pergunta diferente: o que a organização está fazendo, hoje, para que o próximo dano não aconteça. Um detalhe contraintuitivo importa aqui: quando a taxa de relato de quase acidentes sobe, isso costuma ser um sinal bom, não ruim, porque indica que as pessoas confiam o suficiente no sistema para contar o que quase deu errado, em vez de guardar a informação para si.

A condição que decide se o número vale alguma coisa

Um indicador só evidencia maturidade se o ciclo se fecha: se chega a quem decide, se gera ação, e se a ação é conferida depois. Uma taxa de relato de quase acidentes que sobe porque ninguém investiga nada, ou uma ação corretiva marcada como concluída porque o prazo venceu, não porque o risco caiu, produz um número bonito e uma organização que continua exposta. Maturidade preventiva não se lê num indicador isolado: lê-se no que a organização faz depois de olhar para ele.

Duas fábricas, dois relatórios de sustentabilidade

Duas fábricas do mesmo setor publicam relatório de sustentabilidade no mesmo ano. As duas mencionam segurança do trabalho. O que cada uma faz por trás do relatório é bem diferente.

A fábrica Alfa estampa, na primeira página do relatório, "180 dias sem acidentes" e um selo de participação num índice de sustentabilidade da bolsa. Por trás do número, a bonificação da equipe de produção está atrelada a esse indicador: quanto mais dias sem registro, maior o bônus do mês. Um trabalhador que se machuca levemente prefere não abrir chamado, para não zerar a contagem da equipe inteira; um supervisor que recebe um relato de quase acidente prefere resolver "por fora", sem registro, pela mesma razão. O número que sobe no mural não descreve o risco real da fábrica: descreve o quanto as pessoas aprenderam a não contar o que acontece.

Erro comum. Quando o indicador vira meta e deixa de ser medida.Atrelar bônus a "dias sem acidente" cria incentivo para não registrar, não para prevenir. O número sobe, mas descreve silêncio, não segurança.

A fábrica Beta publica um relatório mais modesto, que reconhece dois afastamentos no ano e descreve as ações corretivas tomadas em cada caso. A taxa de relato de quase acidentes da fábrica vem subindo há três anos, e a diretoria trata isso como sinal positivo, porque cada relato virou uma ação registrada com prazo, e um comitê revisa trimestralmente se essas ações foram cumpridas. Numa auditoria de fornecedor, encontrou-se uma lacuna no treinamento de uma linha terceirizada; em vez de omitir o achado, a fábrica descreveu a lacuna e o plano de correção no relatório seguinte.

Prática correta. Quando o relatório descreve o que de fato acontece.Reconhecer uma falha encontrada e o plano para corrigi-la é mais evidência de governança madura do que qualquer sequência de dias sem registro: mostra que o ciclo de indicador, ação e verificação está de fato funcionando.

A diferença entre as duas fábricas não está no relatório, que as duas têm; está no que o indicador provoca dentro de cada organização. Numa, o indicador vira meta a ser protegida, e a informação para de circular. Na outra, o indicador vira gatilho de ação, e a informação continua chegando.

As mesmas duas pessoas diante do mesmo mural: a mão escondida e a prancheta fechada, ou a mão à mostra e a prancheta aberta.
Descrição da figura

Dois quadros do mesmo chão de fábrica, com a mesma máquina e esteira ao fundo e, na parede, o mesmo quadro de avisos com uma estrela grande cercada por uma coroa de louros, sem nenhuma palavra escrita. Nos dois, as mesmas duas pessoas, de capacete branco, óculos e botina: à esquerda o trabalhador, de camisa azul, com a mão esquerda enfaixada; à direita o supervisor, de cabelo grisalho e camisa creme, com a prancheta. No primeiro, a fábrica Alfa: o trabalhador esconde a mão enfaixada atrás das costas e faz com a outra um gesto de que não foi nada, e o supervisor, com a prancheta fechada junto ao corpo, ergue a palma da mão num gesto de deixar para lá; ninguém registra. No segundo, a fábrica Beta: o trabalhador mostra a mão enfaixada, estendida à frente, e o supervisor, com a prancheta aberta, anota o que vê. O que muda entre os quadros é só o gesto de cada um: a mão escondida ou à mostra, a prancheta fechada ou aberta. Fechando a figura: a diferença entre as duas fábricas não está no relatório, que as duas têm; está no que o indicador provoca dentro de cada organização; numa, o indicador vira meta a ser protegida, e a informação para de circular; na outra, o indicador vira gatilho de ação, e a informação continua chegando. Os títulos na figura: o cabeçalho "As duas mencionam segurança do trabalho"; os dois quadros, "A fábrica Alfa: o selo no mural, a mão atrás das costas" e "A fábrica Beta: a mão à mostra, a prancheta aberta"; a faixa "O que o indicador provoca dentro de cada organização".

Equívocos comuns sobre cultura de prevenção e ESG

Erro comum. Tratar "zero acidentes" como prova de cultura madura.Um número de dias sem registro pode refletir controle real do risco, ou subnotificação incentivada por bônus, meta ou medo de represália; o número sozinho não distingue as duas situações.
Atenção. Tomar a presença num índice de sustentabilidade, ou um relatório ESG, como garantia de prática real.Os dois dependem de informações que a própria organização declara; a garantia está na verificação do que sustenta os números, não no selo em si.
Erro comum. Achar que cultura de prevenção se instala com uma campanha de comunicação.Uma campanha muda o discurso por algumas semanas; cultura é o padrão de decisão que continua depois que ninguém mais está falando sobre o assunto, sobretudo quando prevenção custa tempo ou produção.

O que eu aprendi

  1. Cultura organizacional de prevenção é o padrão de decisões que uma organização toma, de forma sustentada, diante do risco ao trabalhador, sobretudo quando ninguém está observando e a decisão custa alguma coisa; ela se reconhece pelo comportamento, não pelo discurso ou pela campanha de comunicação.

  2. A segurança do trabalho atravessa as três dimensões do ESG: é núcleo concreto da dimensão social, inclusive como princípio e direito fundamental reconhecido pela OIT desde 2022; depende de mecanismos de governança que tornam a prestação de contas verificável, como a CIPA e a exigência regulatória de divulgação ESG das companhias abertas; e se encontra com a dimensão ambiental sempre que a mesma providência técnica protege quem trabalha e reduz o impacto sobre o entorno.

  3. Maturidade preventiva se evidencia por indicadores reativos, que descrevem dano já ocorrido, e indicadores proativos, que descrevem o que a organização faz antes do dano; nenhum dos dois evidencia maturidade sozinho, porque o que importa é se o número chega a quem decide e gera ação verificada depois.

Antes de seguir

Se algum desses três pontos não estiver claro, vale voltar ao trecho correspondente pelo Sumário antes de encerrar o tema.

Referências

As obras e os documentos legais em que este tema se apoia. Você chegou ao fim do Tema 14. Pode voltar a qualquer trecho pelo Sumário, no topo.

  • BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora n. 1: disposições gerais e gerenciamento de riscos ocupacionais. Brasília, DF. Disponível em: gov.br.
  • BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora n. 5: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio. Brasília, DF. Disponível em: gov.br.
  • BARBOSA FILHO, Antonio Nunes. Segurança do trabalho e gestão ambiental. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2019.